equilibrio de Nash y sus reflexiones sobre la teoría de los mercados regulados
DOI:
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2011v4n01ID4347Palabras clave:
Teoría de juegos, Equilibrio de Nash, Agencias reguladoras, Interés públicoResumen
El cambio en la postura del Estado brasileño respecto a su papel en la esfera económica, a partir de mediados de la década de 1990, dio lugar a un nuevo contexto regulatorio en el país. De un Estado que intervenía directamente en la economía a través de sus empresas estatales, Brasil adoptó una nueva postura, interviniendo indirectamente mediante organismos reguladores independientes. Sectores que antes gestionaba el Estado brasileño, como la electricidad y las telecomunicaciones, pasaron a la administración privada, manteniendo el Estado el interés público en la economía mediante la regulación de estos sectores. La formación de intereses antagónicos entre las entidades privadas responsables de la prestación de estos servicios y la Administración Pública, responsable de la regulación, da lugar a un juego de intereses estudiado por la teoría de juegos moderna. El equilibrio de Nash surge cuando las estrategias utilizadas por los jugadores son óptimas entre sí, lo que resulta en un equilibrio en sus acciones. Dado que, según los principios establecidos en el ordenamiento constitucional brasileño, los mercados deben cumplir su función social, cualquier acción estratégica que, debido al equilibrio de Nash, obstaculice la fluidez de la regulación debe considerarse perjudicial para los mercados. La eficiencia debe entenderse desde una perspectiva jurídica. De ahí la importancia de que el regulador comprenda la búsqueda del interés público como su principal tarea, a fin de evitar la asimetría de información.
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