Crítica del positivismo jurídico y el derecho alternativo en Brasil
evaluación, desafíos, tensiones y perspectivas
DOI:
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2022v15n1ID32671Resumen
El surgimiento de la Constitución de 1988 ha puesto de manifiesto una cierta tensión en cuanto a la relación entre los papeles ocupados por los poderes constituidos. El telón de fondo de esa tensión es un debate no siempre planteado en sus justos términos, que involucra la crítica al Positivismo Jurídico. En este contexto, desempeña un papel fundamental el desarrollo de las Teorías Críticas del Derecho surgidas en Brasil principalmente a partir de la década de 1980. El argumento principal es la asociación de un formalismo acrítico con las estructuras autoritarias establecidas hegemónicamente en Brasil en la época del régimen militar, que impidieron que se cumplieran las promesas traídas por la Constitución de 1988. En Brasil, después de poco más de tres décadas de experiencia constitucional, es posible tener una mirada crítica sobre la experiencia brasileña, rediscutiendo el lugar del pensamiento jurídico en la formación de las instituciones del país. Esto implica, en gran medida, revisar el contexto histórico y social en el que se desarrolla la crítica al positivismo en Brasil, ofreciendo una interpretación renovada a partir de la experiencia acumulada en los últimos años. Es una tarea particularmente esclarecedora analizar las dislocaciones sufridas por las teorías críticas, desde su recepción en la década de 1980 hasta sus desarrollos más recientes. Es posible percibir, en este contexto, un movimiento de captura conservadora progresiva de la agenda crítica, inicialmente centrado en la afirmación de valores progresistas y emancipatorios. La propuesta del presente artículo consiste, por lo tanto, en ofrecer caminos de reflexión sobre la presunta crisis del positivismo jurídico en Brasil y el papel del Poder Judicial en este contexto, discutiendo las conquistas y dificultades enfrentadas por las teorías críticas del derecho desde su recepción entre nosotros y señalando las posibilidades de una crítica emancipadora en el contexto de las tensiones contemporáneas.
Palabras clave: Derecho Alternativo; Positivismo Jurídico; Activismo Judicial
Descargas
Citas
BARROSO, Luís Roberto. Neoconstitucionalismo e constitucionalização do direito: o triunfo tardio do direito constitucional no Brasil. Revista da EMERJ. v.9 n.36, 2006.
CARVALHO, Amilton Bueno de. Magistratura e Direito Alternativo. São Paulo: Acadêmica, 1992.
CARVALHO, José Murilo. Desenvolvimiento de la ciudadania en Brasil. México: Fondo de Cultura, 1995.
COELHO, Luiz Fernando. Teoria crítica do Direito. Porto Alegre: Sérgio Antônio Fabris, 1991.
COELHO, Luiz Fernando. Para uma teoria crítica do Direito. X Congresso Mundial de Filosofia do Direito e Filosofia Social, 2003. Disponível em http://www.bibliojuridica.org/libros/1/470/22.pdf. Acesso em 30 jan. 2011.
ENGELMANN, Fabiano. Da “crítica do direito” ao “combate à corrupção”: deslocamentos do ativismo político-judicial. Contemporânea. v. 7, n. 2, pp 297-312, jul/dez, 2017.
FARIA, José Eduardo. O sistema brasileiro de Justiça: experiência recente e futuros desafios. Estudos Avançados. Revista de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo. São Paulo, v.18, n. 51, pp. 103-125, mai/ago, 2004.
FERRAZZO, Débora; DUARTE, Francisco Carlos. Êxitos e limites de um direito alternativo na realidade latino-americana. Revista de Estudos Constitucionais, Hermenêutica e Teoria do Direito. v. 6, n.1, pp 94-103, jan/jul, 2014
LYRA FILHO, Roberto. Para um Direito sem Dogmas. Porto Alegre, Sergio Antonio Fabris, 1980.
MOTTA, Luiz Eduardo. Acesso à Justiça, Cidadania e Judicialização no Brasil. Disponível em: http://www.achegas.net/numero/36/eduardo_36.pdf. Acesso em: 20 jan. 2011.
NEVES, Marcelo. Entre subintegração e sobreintegração: a cidadania inexistente. Dados – Revista de Ciências Sociais.v 37. n.2 pp. 253-276, 1994.
OLIVEIRA, Luciano. Ilegalidade e Direito Alternativo: notas para evitar alguns equívocos. In: PORTO, Júlia Pinto Ferreira. O acesso à ordem jurídica justa em sua perspectiva sociológica. Revista Sociologia Jurídica. Disponível em: http://www.sociologiajuridica.net.br/numero-5/247-o-acesso-a-ordem-juridica-justa-em-sua-perspectiva-sociologica-julia-pinto-ferreira-porto. Acesso em 20 de janeiro de 2011.
SCREMIN, Mayra de Souza. Do Positivismo Jurídico à Teoria Crítica do Direito. Revista da Faculdade de Direito da UFPR. Acessível em:
http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/direito/article/viewFile/1740/1439. Acesso em 23 de jan. 2011.
SANTOS, Boaventura de Souza. Notas sobre a história jurídico-social de Pasárgada. In: SOUTO, Cláudio; FALCÃO, Joaquim. (orgs.) Sociologia e Direito: textos básicos para a disciplina de Sociologia Jurídica.2. ed. São Paulo: Pioneira, 2001.
SOUZA CRUZ, Álvaro Ricardo. Jurisdição Constitucional Democrática. Belo Horizonte: Del Rey, 2004.
SOUSA JÚNIOR, José Geraldo. (org) O Direito Achado na Rua. Brasília: Universidade de Brasília, 1987
STRECK, Lênio Luiz. Verdade e Consenso: constituição, hermenêutica e teorias discursivas. São Paulo: Saraiva, 2016.
TATE, C. Neal; VALLINDER, Torbjörn. The Global Expansion of Judicial Power. New York: New York University Press, 1995.
TEIXEIRA, João Paulo Allain. Alternatividade e retórica no direito: para além do embate ideológico. Revista da OAB Seccional Pernambuco.- Direito alternativo ou formas alternativas de direito. a. 32. n. 24 pp. 77-92. 1997.
WEBER, Max. Ordem jurídica e Ordem econômica, Direito Estatal e Extra-Estatal. In: SOUTO, Cláudio; FALCÃO, Joaquim. Sociologia Jurídica e Direito: textos básicos para a disciplina de sociologia jurídica. 2. ed. Pioneira: São Paulo, 2001.
WOLKMER, Antônio Carlos. Introdução ao pensamento jurídico crítico. São Paulo: Saraiva, 2003.
WOLKMER, Antônio Carlos. Aspectos Ideológicos na criação jurisprudencial do Direito. Revista Ajuris, Porto Alegre, n. 34, pp. 92-102. 1985.
WOLKMER, Antônio Carlos. Pluralismo Jurídico. Fundamentos de uma nova cultura no direito. São Paulo: Saraiva, 2015.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2023 Revista Digital Constituição e Garantia de Direitos

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Autores mantêm os direitos autorais pelo seu artigo. Entretanto, repassam direitos de primeira publicação à revista. Em contrapartida, a revista pode transferir os direitos autorais, permitindo uso do artigo para fins não- comerciais, incluindo direito de enviar o trabalho para outras bases de dados ou meios de publicação.












