Repenser la justice transitionnelle dans une perspective postcoloniale
le droit à la terre comme axe de transition
DOI :
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2022v15n2ID35673Mots-clés :
Justice transitionnelle, Pensée postcoloniale, Peuples autochtonesRésumé
Cet article examine le processus de justice transitionnelle brésilien, notamment à la lumière des recommandations de la Commission nationale de vérité pour les peuples autochtones. Il s'appuie également sur les théories postcoloniales pour identifier les paramètres sociojuridiques et économiques qui constituent des résistances à ce processus au Brésil. Concernant plus particulièrement les peuples autochtones, il préconise un processus de justice transitionnelle adapté à leurs spécificités, plaçant la dimension territoriale au cœur du débat.
Téléchargements
Références
AEPPA, Associação de Ex-Presos Políticos Antifascista. A Política de Genocídio contra os Índios no Brasil, 1974. Arquivo Nacional.
BAMBIRRA, Vania. O Capitalismo Dependente Latino-americano. Florianópolis: Insular. 2013.
BENNETI, Pedro Rolo; CATEB, Caio; FRANCO, Paula; OSMO, Carla. As Políticas de Memória, Verdade, Justiça e Reparação no primeiro ano do Governo Bolsonaro: entre a negação e o desmonte. Em: Mural Internacional. V. 11. Jan/dez. 2020.
BICKFORD, Louis. Transitional Justice. Em: The Encyclopedia of Genocide and Crimes against Humanity. Vol 3. New York: Macmillan, 2004.
BRASIl. Comissão Nacional da Verdade. Violação de Direitos Humanos dos Povos Indígenas, 2014. Disponível em: http://www.cnv.gov.br/images/pdf/relatorio/volume_2_digital.pdf. Acesso em: 04 jan. 2021.
CALHEIROS, Orlando. “No Tempo da Guerra”: Algumas notas sobre as violações dos direitos dos povos indígenas e os limites da justiça de transição no Brasil”. Revista Verdade,
Memória e Justiça. V. 9. 2015.
CHAKRABARTY, Dipesh. Provincializing Europe: Postcolonial Thought and Historical Difference. Princeton: Princeton University Press. 2000.
CIMI. Relatório Violência contra os Povos Indígenas no Brasil. 2022
CLASTRES, Pierre. Do etnocídio. In: Arqueologia da violência. São Paulo, Cosac Naify, 2004.
DEMETRIO, André. KOZICKI, Katya. A (In)Justiça de Transição para os Povos Indígenas no Brasil. Revista Direito e Práxis. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2179-8966/2017/28186. Acesso: 06 jan. 2021.
DUSSEL, Enrique. 1492: O Encobrimento do Outro: A Origem do “Mito da Modernidade”. Petrópolis: Vozes. 1993.
ECHEVERRIA, María Clara; RINCÓN, Análida. Ciudad de territorialidades: polémicas de Medellín. Medellín, Colombia: UNC. Disponível em:
https://repositorio.unal.edu.co/bitstream/handle/unal/70030/MCE-INV22.PDF?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em 16 jan. 2021.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Paz & Terra. 2018.
GALINDO, Bruno. Crime, Estado autoritário e Justiça de transição: contextualização conceitual. Revista brasileira de sociologia do direto. vol. 3, nº 3, pp. 178-202, 2016.
GROSFOGUEL, Ramón. “La hybris del punto cero”. Em: Ciencia, Raza e Ilustración en la Nueva Granada (1750-1816). Bogotá: Pontificia Universidad Javeriana, 2005.
GUHA, Ranajit. Subaltern Studies I. Delhi: Oxford University Press.1982.
GUTIÉRREZ, Gustavo. Teologia de la Liberacion: Perspectivas. Salamanca: Sígueme. 1975.
HOFBAUER, Andreas. Branqueamento e democracia racial: sobre as entranhas do racismo no Brasil. In Zanini, Maria Catarina Chitolina (org.). Por que "raça"? Breves reflexões sobre a Questão Racial no cinema e na Antropologia. Santa Maria: Editora UFSM, 2007. p 151-158.
HUNTINGTON, Samuel P. The Third Wave: Democratization in the Late Twentieth Century. Norman, OK and London: University of Oklahoma Press. 1991.
MARINI, Ruy Mauro. Dialéctica de la Dependencia. México: Edicones Era. 1981
MIGNOLO, Walter. The Darker Side of Western Modernity: Global Futures, Decolonial Options Durham, Duke University Press. 2011.
O’DONNELL, Guillermo. Modernization and Bureacratic-Authoritarianism: Studies in South
American Politics. Berkeley: University of Berkeley. 1973.
PEREIRA, Flávio Leão de Bastos. A Urgência de uma Comissão Nacional Indígena da Verdade. Disponível em:
https://diplomatique.org.br/a-urgencia-de-uma-comissao-nacional-indigena-da-verdade/ 2023. Consulta em março de 2024.
QUIJANO, Aníbal. “Colonialidade do poder, eurocetrismo e América Latina”. Em: LANDER, Edgardo (org). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais.
Perspectivas latinoamericanas. CLACSO, Buenos Aires, Argentina. 2005.
RODRIGUEZ, César. LAM, Yukyan. Enfrentando las violaciones de los derechos de los pueblos indígenas al territorio, a tierra y los recursos naturales durante confl ictos y
transiciones . In:Verdad y memoria: fortaleciendo los derechos indígenas a través de comisiones de la verdad. Nova Iorque: Internacional Center for Transitional Justice, 2013.
SANTOS, Theotonio dos. Imperialismo y Dependencia. Caracas: Fundación Biblioteca Ayacucho. 2011
SPIVAK, Gayatri. The Post Colonial Critic – Interviews, Strategies, Dialogues. New York: Routledge. 1990.
TEITEL, Ruti. Transitional Justice. Oxford: Oxford University Press. 2000.
TEITEL, Ruti. Transitional justice genealogy. Human Rights in Transition. Harvard Human
Rights Journal, 2003. Vol. 16, pp. 69-94.
VERAS, Nathália Santos. O 6º princípio de Chicago na ditadura militar brasileira: o caso das violações dos direitos dos povos indígenas. In: BRASIL. Ministério Público Federal. Justiça de transição, direito à memória e à verdade: boas práticas. Brasília: MPF, 2018.
ZELIC, Marcelo. Comissão Nacional Indígena da Verdade: uma Emegência Civilizatória. 2023. Disponível em:
https://www.gov.br/memoriasreveladas/pt-br/assuntos/noticias/marcelo-zelic-comissao-nacional-indigena-da-verdade-uma-emergencia-civilizatoria. Consulta em março de 2024.
Téléchargements
Publié-e
Comment citer
Numéro
Rubrique
Licence
© Revista Digital Constituição e Garantia de Direitos 2024

Cette œuvre est sous licence Creative Commons Attribution - Pas d'Utilisation Commerciale - Partage dans les Mêmes Conditions 4.0 International.
Autores mantêm os direitos autorais pelo seu artigo. Entretanto, repassam direitos de primeira publicação à revista. Em contrapartida, a revista pode transferir os direitos autorais, permitindo uso do artigo para fins não- comerciais, incluindo direito de enviar o trabalho para outras bases de dados ou meios de publicação.












