Repensando justiça de transição em chave pós-colonial
o direito à terra como eixo justransicional
DOI:
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2022v15n2ID35673Palavras-chave:
Justiça de transição, Pensamento pós-colonial, IndígenasResumo
O presente trabalho tem por objetivo lançar um olhar sobre o processo justransicional brasileiro sobretudo a partir das recomendações da Comissão Nacional da Verdade para os povos originários. Procura ainda, a partir do referencial das teorias pós-coloniais, identificar os parâmetros sócio-juridico-econômicos que emergem como resistências ao processo justranscional no Brasil. Particularmente para os povos originários, defende-se a necessidade de um processo justransicional orientado para as especificidades desses povos, colocando o elemento territorial como centro de gravidade para o debate.
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