RUMIANDO CONTRA LA MÁQUINA: GUBERNAMENTALIDAD, INGELIGENCIA ARTIFICIAL Y LA ENSEÑANZA DE LA FILOSOFIA COMO CONTRAPUNTO AL PENSAMIENTO DE LAS MÁQUINAS
GOVERNAMENTALIDADE, INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E O ENSINO DE FILOSOFIA COMO CONTRAPONTO AO PENSAMENTO MAQUÍNICO
DOI:
https://doi.org/10.21680/1984-3879.2026v26n1ID42397Palabras clave:
Inteligencia Artificial, Gubernamentalidad Algorítmica, Educación Filosófica, RumiaResumen
Este artículo analiza los impactos de la expansión de la inteligencia artificial (IA) y los sistemas algorítmicos en la educación, especialmente en la enseñanza de la filosofía, a la luz del concepto de gubernamentalidad de Foucault. Argumenta que, en el contexto del neoliberalismo digital, la denominada gubernamentalidad algorítmica no solo monitorea, sino que también anticipa, guía y modula los comportamientos, convirtiendo datos y experiencias subjetivas en recursos económicos y políticos. Este proceso tensiona nociones centrales como la autonomía, la subjetividad y la libertad de voluntad, impactando directamente en las prácticas educativas, cada vez más sujetas a lógicas performativas, métricas y tecnocráticas. En este contexto, el texto defiende la enseñanza de la filosofía como un espacio privilegiado para la resistencia ética y formativa. Articulando la crítica de Foucault al poder con la filosofía de Nietzsche, propone la noción de «rumia» como una estrategia metodológica y pedagógica capaz de contrarrestar el pensamiento mecánico. En este sentido, la rumia implica pensar con lentitud, interpretar críticamente, madurar experiencias y producir significados únicos, en oposición a la aceleración cognitiva y el automatismo que promueven las inteligencias artificiales generativas. Esta investigación cualitativa y crítica argumenta que la filosofía, al estimular la alfabetización crítica y la reflexión ética sobre las tecnologías emergentes, puede mitigar los efectos de la racionalidad algorítmica. Concluye que la enseñanza de la filosofía sigue siendo esencial para formar individuos capaces de habitar el mundo digital de forma consciente, crítica y autónoma, reafirmando la educación como una práctica de libertad ante los desafíos que plantea la inteligencia artificial.
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