Paradigma de transição para uma racionalidade ambiental no Brasil

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21680/1982-310X.2022v15n2ID35665

Palavras-chave:

Racionalidade ambiental, Diversidade biológica, Estado de Direito do Ambiente, Educação ambiental

Resumo

A crise ambiental demanda medidas de enfrentamento, pautadas em paradigmas intergeracionais e ecocêntricos. Objetiva-se, a partir da Convenção da Diversidade Biológica, enquanto pressuposto internacional para a preservação do equilíbrio ambiental, e da Constituição da República Federativa do Brasil, apontar bases jurídicas para transição a uma racionalidade ambiental no Brasil. O Estado está compelido a assumir o viés de Estado de direito do ambiente na sua forma de atuação, antes as legislações internacional e interna, a educação ambiental e o desenvolvimento sustentável, nos seus aspectos jurídico, ambiental, político, cultural e social.  Metodologicamente, a pesquisa é qualitativa, descritiva e longitudinal. Conclui-se que o Estado de direito do ambiente constitui-se como alternativa para a construção da transição para racionalidade ambiental, pela promoção da educação ambiental e do desenvolvimento sustentável.

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Biografia do Autor

Denise Tatiane Girardon dos Santos, Universidade de Cruz Alta

Doutora em Direito pela Universidade do Rio dos Sinos - UNISINOS. Mestra em Direito pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ. Especialista em Educação Ambiental pela Universidade Federal de Santa Maria - UFSM. Bacharel em Direito pela Universidade de Cruz Alta - UNICRUZ. Coordenadora do Núcleo Permanente de Estudos do ENADE (NUPEE) do Curso de Direito – UNICRUZ. Integrante do Comitê Gestor do Pacto Universitário dos Direitos Humanos da UNICRUZ. Integrante do Grupo de Pesquisa Jurídica em Cidadania, Democracia e Direitos Humanos (GPJUR) - UNICRUZ. Integrante do Núcleo de Estudo e Pesquisa em Práticas Sociais (NEPS) - UNICRUZ. Integrante do Grupo de Pesquisa Clínica de Direitos Humanos - UFPR. Docente no Cursos de Direito, Administração e Ciências Contábeis da UNICRUZ. Advogada. Conciliadora Judicial - TJ/RS. Pesquisadora nas áreas de Direito Público, Teoria do Estado, Direitos Humanos, Sociologia Jurídica, Descolonialidade, Constitucionalismo Latino-Americano e Republicanismo

Domingos Benedetti Rodrigues, Universidade de Cruz Alta

Estágio Pós-Doutoral em Direito pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI - Campus de Santo Ângelo). Doutor em Educação nas Ciências pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI). Mestre em Direitos Sociais e Políticas Públicas pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC). Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pelo Instituto Cenecista de Ensino Superior de Santo Ângelo (IESA). Graduado na Licenciatura em Artes Práticas - Habilitação em Técnicas Agrícolas. Professor do Programa de Mestrado Profissional em Desenvolvimento Rural e do Curso de Direito da Universidade de Cruz Alta (UNICRUZ).  Integrante do Grupo de Pesquisa Jurídica em Cidadania, Democracia e Direitos Humanos (GPJUR) do Curso de Direito da UNICRUZ. Advogado.

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Publicado

21-03-2024

Como Citar

SANTOS, Denise Tatiane Girardon dos; BENEDETTI RODRIGUES, Domingos. Paradigma de transição para uma racionalidade ambiental no Brasil. Revista Digital Constituição e Garantia de Direitos, [S. l.], v. 15, n. 2, 2024. DOI: 10.21680/1982-310X.2022v15n2ID35665. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/constituicaoegarantiadedireitos/article/view/35665. Acesso em: 25 jul. 2026.

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