¿Un nuevo poder constituyente? ¿una nueva constitución?
Palabras clave:
Poder constituyente, ConstitucionalismoResumen
segmentos de su representación. Y, desde ahí, cabe preguntarse si el pueblo está involucrado en los problemas estructurales que lo aquejan, o incluso si es realmente necesario reestructurar el Estado, en una decisión política nacida del consenso social. De ahí surge la oportunidad de cuestionar la viabilidad de redactar una nueva Constitución, junto con los factores necesarios para iniciar un nuevo proceso constituyente, suscitando un debate sobre la existencia de limitaciones materiales a la "convocatoria" del Poder Constituyente Original, en un orden constitucional caracterizado, entre otros, por el principio del Estado de Derecho Democrático. El momento actual del constitucionalismo se caracteriza por la legitimación de las acciones de los poderes del Estado, en defensa y garantía del orden constitucional y las instituciones, y la realización de los derechos fundamentales, teniendo en cuenta la acción de la justicia constitucional y, con firmeza, de la ciudadanía que supervisa y legitima todo proceso constituyente. La oportunidad de convocar una nueva asamblea constituyente invita a reflexionar sobre las peculiaridades, limitaciones y atributos del poder constituyente original, con el fin de eliminar del Estado cualquier modificación que pudiera sepultar paradigmas conceptuales y normas establecidas por el detentador de la soberanía, bajo un texto que ni siquiera llegó a implementarse por completo.
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