LA PRÁCTICA CURRICULAR SUPERVISADA EN FILOSOFÍA Y LA IDENTIDAD DOCENTE
DE LA OBSERVACIÓN A LA REGENCIA
DOI:
https://doi.org/10.21680/1984-3879.2026v26n1ID41306Palabras clave:
práctica curricular supervisada, enseñanza de Filosofía, formación docente, identidad docente, praxis formativaResumen
El presente texto tiene como objetivo analizar la práctica curricular supervisada en Filosofía como instancia central en la constitución de la identidad docente. Pretende situarse en el campo de la filosofía de la educación y, al mismo tiempo, contribuir a la reflexión sobre la formación inicial del profesorado. Con este propósito, se organiza en cuatro ejes de análisis: la observación, comprendida como práctica crítica que posibilita interpretar el espacio escolar y sus condiciones de producción de la enseñanza; la regencia, tratada como experiencia de elaboración pedagógica y de creación de sentidos para el filosofar en el aula; las disputas curriculares que afectan la presencia de la Filosofía en la educación secundaria, revelando tensiones políticas y epistemológicas; y la tensión entre la transmisión de contenidos sistematizados y la práctica filosófica como ejercicio de pensamiento. La práctica curricular supervisada se caracteriza, así, como una praxis formativa atravesada por condicionantes pedagógicos, epistemológicos y políticos, en cuyo interior se articulan la constitución de la identidad docente, la reflexión crítica y la democratización del conocimiento filosófico en el espacio escolar.
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