O ser em Hegel e os julgamentos virtuais

Autores

  • Thiago Aércio de Queiroz Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas)

DOI:

https://doi.org/10.21680/1982-310X.2019v12n2ID19221

Palavras-chave:

Julgamento virtual, Ciências sociais aplicadas, Filosofia

Resumo

A marca da pós-modernidade tem sido o imediatismo da satisfação. Busca-se a todo custo alcançar a satisfação do objeto almejado em menor tempo possível, atribuindo-se a isto a denominada efetividade. A celeridade proporcionada pela virtualização afetou as relações humanas em diversas ordens, sobretudo a ordem jurisdicional, o que acabou por atingir as bases afetivas em nome do apregoado progresso. A implementação de um sistema que minimiza e por vezes substitui a analise cognitiva humana invadiu o espaço do ser que julga e do que é julgado, olvidando da racionalidade intrínseca na relação social jurídica enquanto ciências humanas, proporcionando assim uma robotização de decisões que afetam diretamente toda uma sociedade.

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Biografia do Autor

Thiago Aércio de Queiroz , Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas)

Doutor em Teoria do Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Mestre em Direito Público, com linha de pesquisa em Direito Penal (PUC Minas). Especialista em Ciências Criminais e bacharel em Direito pela FADIVALE. Advogado criminalista. Professor de Direito Penal e Prática de Processo Penal na graduação em Direito e na pós-graduação lato sensu da FADIVALE. Examinador de Trabalhos de Conclusão de Curso em Direito (FADIVALE). Professor de graduação na Faculdade Pitágoras (20132014). Pesquisador bolsista da FAPEMIG (20182019). Atua na interseção entre teoria do direito, dogmática penal e prática processual penal, com ênfase em garantias fundamentais e controle de legalidade.

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Publicado

27-02-2020

Como Citar

QUEIROZ , Thiago Aércio de. O ser em Hegel e os julgamentos virtuais . Revista Digital Constituição e Garantia de Direitos, [S. l.], v. 12, n. 2, p. 252–272, 2020. DOI: 10.21680/1982-310X.2019v12n2ID19221. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/constituicaoegarantiadedireitos/article/view/19221. Acesso em: 12 jun. 2026.

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