La guerra fiscal a nivel municipal
Fratricidio en torno al ISSQN
DOI:
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2020v13n2ID21304Palabras clave:
Guerra fiscal, ISSQN, Reglas generalesResumen
Este artículo tiene como objetivo analizar el comportamiento de las autoridades tributarias municipales como entidades responsables de la recaudación del Impuesto sobre Servicios de Cualquier Naturaleza y su contexto de guerra fiscal, derivado de la incesante búsqueda de inversiones del sector privado. Emplea el método deductivo para desarrollar una investigación cualitativa, analizando la Constitución Federal, el Código Tributario Nacional, la doctrina, la jurisprudencia y la legislación específica, trascendiendo el ámbito tributario e inevitablemente adentrándose en cuestiones constitucionales capaces de minimizar el conflicto planteado. Entiende que existe un verdadero fratricidio entre entidades que deberían cooperar, exponiendo también los aspectos y consecuencias del fenómeno, especialmente en lo que respecta a los impactos en el desarrollo socioeconómico regional. Analiza posibles soluciones basadas en el ordenamiento jurídico brasileño. Finalmente, concluye que la guerra fiscal es un problema económico y social que puede resolverse mediante el ordenamiento jurídico vigente, la estandarización de las obligaciones tributarias, la modernización de los sistemas de información municipales y la adhesión a los principios de cooperación, federalismo fiscal y capacidad de pago.
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