Sobre la Constitución y el texto constitucional
análisis filosófico-jurídico pospositivista y la hipótesis de la mutación constitucional democrática
DOI:
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2023v16n1ID36057Palabras clave:
Constitución, Texto constitucional, Filosofía del derecho, Postpositivismo, Mutación constitucionalResumen
Dada la supremacía de la Constitución, es necesaria una interpretación sistemática, estructurante, coherente y concreta, guiada por los principios constitucionales. Es fundamental comprender que la Constitución y el texto constitucional no son sinónimos. Este estudio se centra en la dualidad norma constitucional/texto constitucional en Brasil. Surge así el problema central: en un Estado democrático regido por el Estado de derecho, ¿debe interpretarse la Constitución según su significado literal o según los principios y valores que sustentan la sociedad? Este estudio se justifica por la importancia de comprender que la Constitución y el texto constitucional no son sinónimos. El objetivo general de este estudio es mostrar los aspectos que diferencian y caracterizan la dualidad Constitución/texto constitucional. Los objetivos específicos son: a) resaltar la importancia del pospositivismo para la interpretación constitucional; b) analizar las teorías pospositivistas que permiten extraer el verdadero significado de las normas constitucionales; c) analizar la importancia de los principios constitucionales para la interpretación constitucional; y d) señalar la necesidad de interpretar la Constitución según los valores y elementos que componen la sociedad. Metodológicamente, se empleó investigación bibliográfica y cualitativa para analizar los resultados en función de la realidad jurídica y social brasileña, utilizando un enfoque hipotético-deductivo. Se demostraron las diferencias entre la Constitución y el texto constitucional mediante teorías pospositivistas, buscando la máxima efectividad, y se destacó la importancia de los principios constitucionales para una interpretación estructurante, coherente y concreta de la Constitución. Por lo tanto, la Constitución debe interpretarse de acuerdo con los principios y valores que conforman la sociedad, lo que introduce una nueva hipótesis de mutación constitucional para garantizar la pluralidad en el Supremo Tribunal Federal (STF).
Descargas
Citas
ALEXY, Robert. Teoria dos Direitos Fundamentais. Trad. de Virgílio Afonso da Silva. 3. ed. São Paulo: JusPodivm; Malheiros, 2024.
BARROSO, Luís Roberto. Curso de Direito Constitucional Contemporâneo: os conceitos fundamentais e a construção do novo modelo. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2020.
BARROSO, Luís Roberto. Fundamentos teóricos e filosóficos do novo direito constitucional brasileiro (pós-modernidade, teoria crítica e pós-positivismo). Revista Diálogo Jurídico, Salvador, v. 1, n. 6, p. 20-21, set. 2001.
BASTOS, Celso Ribeiro. Hermenêutica e interpretação constitucional. 4. ed. São Paulo: Malheiros, 2014.
BOBBIO, Norberto. O positivismo jurídico: lições de filosofia do direito. Trad. de Luiz Sérgio Henriques. São Paulo: Edipro, 2021.
BONAVIDES, Paulo. Curso de Direito Constitucional. 35. ed. São Paulo: JusPodivm; Malheiros, 2020.
BONAVIDES, Paulo. Teoria estrutural do direito de Friedrich Müller. In: MÜLLER, Friedrich. O Novo paradigma do direito: introdução à teoria e metódica estruturantes. 2. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2009, p. 233-235.
BONAVIDES, Paulo. Teoria Constitucional da Democracia Representativa. 3. ed. São Paulo: Malheiros, 2008. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 21 fev. 2024.
BULOS, Uadi Lammêgo. Direito constitucional ao alcance de todos. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2015.
DIMOULIS, Dimitri. Positivismo, moralismo e pragmatismo na interpretação do direito constitucional. Revista dos Tribunais, v. 769, p. 11-27, 1999.
DWORKIN, Ronald. O Império do Direito. Trad. de Jefferson Luiz Camargo. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
DWORKIN, Ronald. O Império do Direito. Trad. de Jeferson Luiz Camargo. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
FERRAZ JR., Tércio Sampaio. Introdução ao Estudo do Direito: técnica, decisão, dominação. 12. ed. São Paulo: Atlas, 2023.
GADAMER, Hans-Georg. Verdade e método: traços fundamentais de uma hermenêutica filosófica. Trad. de Flávio Paulo Meurer. 15. ed. Petrópolis: Vozes, 2015.
GRIS, Anna Christina; DAL RI, Luciene. A função do Direito e o pós-positivismo jurídico. Revista Direito em Debate, [S.L.], n. 49, p. 3-24, 2018.
HESSE, Konrad. A força normativa da Constituição. Trad. de Gilmar Ferreira Mendes. Porto Alegre: Sérgio Fabris Editor, 2004.
LENZA, Pedro. Direito constitucional esquematizado. 20. ed. São Paulo: Saraiva, 2016. LOSANO, Mário G. Sistema e estrutura do Direito: o Século XX. 1. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
MAXIMILIANO, Carlos. Hermenêutica e aplicação do direito. 20. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2011.
MACIEL, José Fabio Rodrigues; MORELLI, Cristina Y. Kusahara. Interpretação do direito no pós-positivismo: a importância dos princípios constitucionais. Revista do Curso de Direito da Faculdade de Humanidades e Direito, [S.L.], v. 6, n. 6, 2009.
MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo. 36. ed. São Paulo: Fórum, 2023.
MONTE, João Pedro Pinto do. Desigualdade de Gênero e Raça no STF e a Efetivação da Democracia no Brasil Contemporâneo. In: MEDEIROS, Bruna Agra de; ARAÚJO, Douglas da Silva; COSTA NETO, José Serafim da; LIMA, Marcela Cardoso Linhares Oliveira; GUERRA, Renato Morais; GABBAY, Samuel Max. Direito Aplicado: Agenda 2030 (Direito Penal e Direito Constitucional). Natal: Insigne Acadêmica, 2023. p.118-145.
MÜLLER, Friedrich. Metodologia do direito constitucional. 1. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2010.
MÜLLER, Friedrich. Teoria Estruturante do Direito. Trad. de Peter Naumann e Eurides Avance de Souza. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
MÜLLER, Friedrich. Entrevista com Friedrich Müller. Revista Sequência. Florianópolis, n. 51, v. 26, p. 9-30, 2005b.
MÜLLER, Friedrich. Métodos de trabalho de Direito Constitucional. Trad. de Peter Naumann. 3. ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2005a.
PASQUALINI, Alexandre. Hermenêutica: uma crença intersubjetiva na busca da melhor leitura possível. In: BOUCAULT, Carlos E. de Abreu; RODRIGUEZ, José Rodrigo. Hermenêutica plural. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
PEDRON, Flávio Quinaud; CARVALHO, Joabe Herbe Amorim de. A contribuição da teoria do direito como integridade de Ronald Dworkin para a hermenêutica jurídica contemporânea. Revista do Mestrado em Direito. Brasília, v. 10, n. 2, p. 431-449, jul/dez. 2016.
PEREIRA, Rodolfo Viana. Hermenêutica filosófica e constitucional. Belo Horizonte: Del Rey, 2001.
RIBEIRO, Fernando José Armando; BRAGA, Bárbara Gonçalves de Araújo. A aplicação do Direito na perspectiva hermenêutica de Hans-Georg Gadamer. Revista de Informação Legislativa, Brasília, a. 45, n. 177, jan/mar. 2008.
SANUMBUTUE, Hortêncio Elias Tancredo da Cruz. A Jurisprudência da Valoração e a superação do positivismo. Relatório de Curso (Mestrado), Universidade Mandume Ya Ndemufayo, Lubango, 2019.
SILVA, Virgílio Afonso da. Princípios e regras: mitos e equívocos acerca de uma distinção. Revista Latino-Americana de Estudos Constitucionais, [S.L.], p. 607-630, 2003.
TAVARES, André Ramos. Tribunal e Jurisdição constitucional. São Paulo: Celso Bastos Editor, 1998.
TOVAR, Leonardo Zehuri. Teoria do Direito e Decisão Judicial. Salvador: JusPodivm, 2020.
WOLKMER, Antonio Carlos. Introdução ao Pensamento Jurídico Crítico. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2001.
WOLKMER, Antonio Carlos. Pluralismo Jurídico: Fundamentos de uma nova cultura no Direito. 3. ed. São Paulo: Alfa-Omega, 2001.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 Revista Digital Constituição e Garantia de Direitos

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Autores mantêm os direitos autorais pelo seu artigo. Entretanto, repassam direitos de primeira publicação à revista. Em contrapartida, a revista pode transferir os direitos autorais, permitindo uso do artigo para fins não- comerciais, incluindo direito de enviar o trabalho para outras bases de dados ou meios de publicação.
Português (Brasil)
English
Español (España)
Français (Canada)














