Conciliación judicial entre litigantes ocasionales y recurrentes en materia de relaciones con el consumidor
retos y perspectivas
DOI:
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2024v17n1ID37496Palabras clave:
Conciliación, Consumidor, Litigante ocasionalResumen
Esta investigación analiza la eficacia de la conciliación judicial en disputas de consumo, centrándose en litigios entre grandes corporaciones y consumidores considerados potenciales litigantes. El problema central investigado es si la conciliación puede ser un medio justo y eficiente para resolver dichas disputas, dado el desequilibrio de poder entre las partes. El estudio tiene como objetivo identificar las barreras que enfrentan los consumidores vulnerables y evaluar la eficacia de la conciliación para garantizar resoluciones justas. La justificación del estudio radica en la necesidad de evaluar la capacidad de la conciliación para reducir estas disparidades, contribuyendo a un sistema de justicia más equitativo. La metodología adoptada incluye análisis cualitativos y cuantitativos de datos provenientes de informes institucionales, revisiones legislativas y estudios de caso, centrándose en las dificultades que enfrentan los potenciales litigantes. Los resultados indican que, si bien la conciliación ofrece ventajas en términos de costo y tiempo, su eficacia depende de medidas que aborden las vulnerabilidades del consumidor, incluyendo una representación legal adecuada y políticas que garanticen la transparencia en el proceso. La investigación sugiere que, sin estas salvaguardias, la conciliación podría no ser suficiente para garantizar una justicia equitativa en relaciones de consumo desequilibradas.
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