Cooperación jurídica internacional en la Corte Interamericana de Derechos Humanos
Normas sobre extradición
DOI:
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2024v17n2ID38303Palabras clave:
Derechos Humanos, Cooperación Jurídica Internacional, Extradición, MigrantesResumen
Actualmente, la tensión entre fronteras abiertas y control migratorio, impulsada por la globalización, subraya la importancia de estudiar la extradición como un instrumento relevante de cooperación jurídica internacional y su relación con los derechos humanos, especialmente en el contexto de los sistemas regionales de protección de los derechos humanos. De esto surge la pregunta: ¿cuáles son las normas de protección interamericanas en materia de extradición? Este artículo tiene como objetivo examinar dichas normas, investigando la intersección entre derechos humanos, migración y extradición. La investigación busca comprender la protección de los derechos de los migrantes dentro del Sistema Interamericano para la Protección de los Derechos Humanos y evaluar cómo estas normas impactan el proceso de extradición. Mediante un enfoque cualitativo y un análisis jurisprudencial, el estudio pretende llenar las lagunas existentes en la literatura, contribuyendo a la mejora de las protecciones jurídicas en materia de extradición. En este sentido, entre otras cosas, la Corte Interamericana ha establecido que la falta de debida diligencia en la extradición puede violar los derechos humanos, impidiendo la rendición de cuentas por violaciones graves. Ha enfatizado la necesidad de garantizar la presunción de inocencia, una justificación adecuada de las decisiones y la protección contra la tortura y la pena de muerte.
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