Ações estruturais, direitos fundamentais e o estado de coisas inconstitucional
DOI:
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2016v9n2ID12258Palavras-chave:
Direitos fundamentais, Demandas estruturais, Estado de coisas inconstitucionalResumo
Esse artigo objetiva analisar as ações estruturais envolvendo graves violações de direitos fundamentais, as quais foram denominadas de estado de coisas inconstitucional pela jurisprudência da Corte Constitucional da Colômbia. Buscou-se, primeiramente, investigar a origem dessas ações a partir do julgamento de Brown vs. Board of Education, pela Suprema Corte dos Estados Unidos, bem como delimitar o conceito dessas ações, a fim de evitar a banalização desse instrumento. Buscou-se, ainda, enfrentar as principais críticas a essas ações, como as que se referem ao caráter ativista das decisões judiciais que interferem em políticas públicas. Sob uma perspectiva mais pragmática, investigou-se as técnicas decisórias aplicáveis a esses processos, que incluem medidas judiciais flexíveis acompanhadas de monitoramento, e a eficácia prática das decisões.
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