El uso indebido de marcas registradas en publicidad parasitaria desarrollada en redes sociales constituye in delito de competencia desleal

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.21680/1982-310X.2024v17n1ID36993

Palabras clave:

Publicidad parasitaria, Marcas, Competencia desleal, Redes sociales

Resumen

La publicidad parasitaria, caracterizada por el uso indebido de marcas registradas en campañas de marketing, se ha convertido en una práctica creciente y preocupante en el panorama digital actual. Esta forma de publicidad explota la reputación y el reconocimiento de marcas establecidas para atraer consumidores ilícitamente, constituyendo competencia desleal. Este estudio se centra específicamente en el uso indebido de marcas registradas en publicidad parasitaria desarrollada en redes sociales, analizándola como un delito de competencia desleal. Mediante un enfoque cualitativo, con procedimientos técnicos bibliográficos y documentales, la investigación examina los impactos de estas prácticas tanto para los proveedores titulares de las marcas registradas como para los consumidores, quienes son engañados y perjudicados en sus decisiones de compra. El estudio también analiza medidas legales y tecnológicas para combatir la publicidad parasitaria, proponiendo soluciones para garantizar la protección de las marcas registradas y promover la lealtad en las relaciones comerciales. Concluye que la aplicación efectiva de medidas preventivas y represivas es esencial para mitigar los efectos nocivos de esta práctica y asegurar un mercado justo y equilibrado, dado que la competencia desleal está tipificada como delito, principalmente en virtud del artículo […]. Artículo 195 de la Ley de Propiedad Industrial.

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Biografía del autor/a

Fabrício Germano Alves, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Advogado. Especialista em Direito do Consumidor e Relações de Consumo (UNP), Direito Eletrônico (Estácio), Direito Autoral e Propriedade Intelectual (Uniamérica), Direito Educacional (Uniamérica), Publicidade e Propaganda: mídias, linguagens e comportamento do consumidor (Intervale), Marketing Digital (Intervale), Docência no Ensino Superior (FMU), Metodologias em Educação a Distância (Intervale) e Metodologia da Pesquisa Científica (FACSU). Mestre em Direito (UFRN). Mestre e Doutor Cum Laude pela Universidad del País Vasco / Euskal Herriko Unibertsitatea (UPV/EHU) – Espanha. Líder do Grupo de Pesquisa Direito das Relações de Consumo. Coordenador do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Direito das Relações de Consumo (LABRELCON). Professor da Graduação e Pós-Graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Vice-Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Direito do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA). Avaliador do INEP/MEC.

Hellen Dayane Dias Souza, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Acadêmica do Curso de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Pesquisadora do projeto de pesquisa Tutela Coletiva na Defesa do Consumido. Colaboradora da Insigne Acadêmica. Editora Assistente da Revista Insigne de Humanidades.

Pedro Henrique da Mata Rodrigues Sousa, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Professor e Mentor da Insigne Acadêmica. Editor-chefe da Insigne Acadêmica Editora e da Revista Insigne de Humanidades. Mestrando em Direito (PPGD/UFRN). Pós-graduado em Metodologia da Pesquisa Científica (FACSU) e em Linguística Aplicada (Intervale). Pós-graduado em Publicidade/Comportamento do Consumidor (Intervale) e em Docência no Ensino Superior (FACSU). Graduado em Direito (UFRN). Graduado em Letras/Português (PROMINAS). Graduando em Pedagogia (UNIFAHE). Membro do Grupo de Pesquisa do CNPq Direito das Relações de Consumo. Membro do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Direito das Relações de Consumo (LABRELCON).

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Publicado

18-10-2024

Cómo citar

ALVES, Fabrício Germano; SOUZA, Hellen Dayane Dias; SOUSA, Pedro Henrique da Mata Rodrigues. El uso indebido de marcas registradas en publicidad parasitaria desarrollada en redes sociales constituye in delito de competencia desleal. Revista Digital Constitución y Garantía de Derechos , [S. l.], v. 17, n. 1, p. 51–71, 2024. DOI: 10.21680/1982-310X.2024v17n1ID36993. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/constituicaoegarantiadedireitos/article/view/36993. Acesso em: 19 jun. 2026.

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