Eficácia dos direitos fundamentais nas relações entre particulares

critérios para ponderação de interesses

Autores

  • Celiana Diehl Ruas Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.21680/1982-310X.2015v8n2ID9991

Palavras-chave:

Direitos fundamentais, Direito privado, Colisão, Ponderação, Critérios

Resumo

Este artigo analisa critérios para a ponderação de interesses em casos de conflitos entre direitos fundamentais no âmbito das relações privadas. A partir da análise de pressupostos essenciais à compreensão do tema, tais como a evolução do constitucionalismo liberal ao constitucionalismo social, a concepção de força normativa da Constituição e a superação da dicotomia ente direito público e privado, procura-se assentar a ideia de que os direitos fundamentais têm aplicação nas relações entre particulares, bem como apresentam-se as principais teorias sobre a eficácia dos direitos fundamentais nas relações privadas. Realiza-se uma análise crítica dos critérios de ponderação de interesses propostos pela doutrina nacional. O objetivo é sistematizar os critérios que devem orientar a ponderação, a fim de se incremente a objetividade e racionalidade no exercício da mesma, o que contribuirá para a efetividade dos direitos fundamentais.

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Biografia do Autor

Celiana Diehl Ruas, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Mestre em Fundamentos Constitucionais do Direito Público e do Direito Privado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Especialista em Direito Civil Aplicado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Possui graduação em Ciências Jurídicas e Sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Advogada da Estevez Advogados. Atuação com ênfase em Direito Privado.

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Publicado

17-08-2016

Como Citar

RUAS, Celiana Diehl. Eficácia dos direitos fundamentais nas relações entre particulares: critérios para ponderação de interesses. Revista Digital Constituição e Garantia de Direitos, [S. l.], v. 8, n. 2, p. 45–73, 2016. DOI: 10.21680/1982-310X.2015v8n2ID9991. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/constituicaoegarantiadedireitos/article/view/9991. Acesso em: 12 jun. 2026.

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