Participation populaire et efficacité des organismes de réglementation
fondements, limites et conflits en droit positif
Mots-clés :
Organismes de réglementation, Légitimité, Efficacité, Participation publique, ConflitRésumé
Les organismes de réglementation constituent un phénomène moderne de mise en œuvre des politiques publiques au sein de la bureaucratie d’État. Leur objectif principal est la correction efficace des asymétries économiques par des spécialistes. Par ailleurs, ils requièrent une légitimité démocratique, puisqu’ils disposent de pouvoirs d’exécution, de réglementation et de jugement. Cet article vise à analyser, dans le cadre du droit positif brésilien, comment ce conflit entre légitimité démocratique et efficacité technocratique se manifeste au sein des organismes de réglementation et les moyens que les normes mettent en œuvre pour le résoudre.
Téléchargements
Références
ALEXY, Robert. Teoria dos Direitos Fundamentais. Trad. Virgílio Afonso da Silva. São Paulo: Malheiros, 2008.
ARAGÃO, Alexandre Santos. Agências Reguladoras e a Evolução do Direito Administrativo Econômico. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2009.
ARAGÃO, Alexandre Santos. in BINENBOJM, Gustavo. Coord. Agências Reguladoras e Democracia. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2006.
BINENBOJM, Gustavo. Uma Teoria do Direito Administrativo: Direitos humanos, democracia e constitucionalização. Rio de Janeiro: RENOVAR, 2006.
BAPTISTA, Patrícia Ferreira. Transformações do Direito Administrativo: Constitucionalização e Participação na Construção de uma Dogmática Administrativa Legitimadora. Dissertação de Mestrado apresentada à Universidade Estadual do Rio de Janeiro sob a orientação do Prof. Dr. Paulo Braga Galvão. Rio de Janeiro. 2001.
DIMOULIS, Dimitri, MARTINS, Leonardo. Teoria Geral dos Direitos Fundamentais. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006.
FABRE, Simone Goyard. Os Fundamentos da Ordem Jurídica. Trad. Claudia Berliner. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
FRANÇA, Vladimir da Rocha. Eficiência Administrativa na Constituição Federal. Disponível em: http://www.direitodoestado.com/revista/RERE-10-JUNHO-2007-
VLADIMIR%20FRAN%C7A.pdf. Acesso em: 8 jul. 2009.
FRANÇA, Vladimir da Rocha. Invalidação Judicial da Discricionariedade Administrativa no Regime Jurídico-Administrativo Brasileiro. Rio de Janeiro: Forense, 2000.
FIGUEIREDO, Marcelo. As Agências Reguladoras: O Estado Democrático de Direito no Brasil e sua atividade normativo. São Paulo: Malheiros, 2005
JUSTEN FILHO, Marçal. O Direito das Agências Reguladoras Independentes. São Paulo: Dialética, 2002.
KELSEN, Hans. Teoria Pura do Direito. 5. ed. trad. João Baptista Machado. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
MATTOS, Paulo Todescan Lessa. O Novo Estado Regulador no Brasil: Eficiência e Legitimidade. São Paulo: Singular, 2006.
MORAES, Germana de Oliveira. Controle Jurisdicional da Administração Pública. 2. ed. São Paulo: Dialética, 2004.
MOREIRA NETO, Diogo de Figueiredo. Quatro Paradigmas do Direito Administrativo Pós-Moderno: Legitimidade – Finalidade – Eficiência – Resultados. Belo Horizonte: Fórum, 2008.
MOREIRA NETO, Diogo de Figueiredo. Direito Regulatório: A alternativa participativa e flexível para a Administração Pública de relações setoriais complexas no Estado Democrático. Rio de Janeiro: Renovar, 2003.
OLIVEIRA, Gustavo Henrique Justino. Participação Administrativa. In OSÓRIO, Fabio Medina e SOUTO, Marcos Juruena Villela. Coords. Direito Administrativo: Estudos em Homenagem a Diogo De Figueiredo Moreira Neto. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2006
SOUTO, Marcos Juruena Villela. Desestatização, Privatização, Concessões e Terceirizações. 3. ed. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2000.
Téléchargements
Publié-e
Comment citer
Numéro
Rubrique
Licence
© Revista Constituição e Garantia de Direitos 2014

Cette œuvre est sous licence Creative Commons Attribution - Pas d'Utilisation Commerciale - Partage dans les Mêmes Conditions 4.0 International.
Autores mantêm os direitos autorais pelo seu artigo. Entretanto, repassam direitos de primeira publicação à revista. Em contrapartida, a revista pode transferir os direitos autorais, permitindo uso do artigo para fins não- comerciais, incluindo direito de enviar o trabalho para outras bases de dados ou meios de publicação.












